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Análise da partida entre Manchester City e Fulham
Na rodada mais recente, o Manchester City esteve à beira de ficar muito distante na corrida pelo título, restando cerca de 10 minutos para o fim da partida e ainda nove pontos atrás do Arsenal. No entanto, a equipe de Pep Guardiola demonstrou sua força mental no momento decisivo. A vitória dramática por 2-1 sobre o Liverpool não apenas manteve vivas as esperanças de título, como também teve um significado especial, já que sob o comando do treinador espanhol, o City raramente saiu vitorioso nesse estádio.
A diferença para o Arsenal agora foi reduzida para seis pontos, e se vencer o Fulham, o City poderá aumentar ainda mais a pressão ao diminuir a distância para apenas três pontos antes de o Arsenal visitar o Brentford na quinta-feira. Voltar ao Etihad representa uma grande vantagem para Guardiola e seus jogadores. Nos últimos 17 jogos em casa pela Premier League, o City conquistou 44 dos 51 pontos possíveis (14 vitórias, 2 empates e 1 derrota) e está invicto há 11 partidas consecutivas como mandante (9 vitórias, 2 empates). Apenas o Sunderland possui uma sequência invicta em casa mais longa atualmente.
Por outro lado, o Fulham ainda briga por uma vaga nas competições europeias à medida que a temporada entra em sua fase decisiva. Contudo, a queda de rendimento, com três derrotas nos últimos quatro jogos, fez a equipe perder terreno na luta pelo top 7. Após vencer o Brighton por 2-1, o Fulham sofreu uma derrota por 1-0 para o Leeds, perdeu por 3-2 para o Manchester United e, mais recentemente, foi derrotado por 2-1 em casa pelo Everton, mesmo tendo saído na frente.
Esse resultado marcou a 11ª derrota da equipe de Marco Silva na temporada, fazendo o time cair para a 10ª posição com 34 pontos. A visita ao Manchester City promete ser um grande desafio, especialmente porque o Fulham venceu apenas 3 dos 44 jogos fora de casa contra equipes que ocupam o top 3 da Premier League (9 empates e 32 derrotas). Essas raras vitórias aconteceram contra o Manchester United (outubro de 2003), Tottenham (março de 2013) e Chelsea (dezembro de 2024).
